O VotoBase Radar transforma dado oficial do TSE e do IBGE em um dossiê de prioridade, município a município: onde defender, onde atacar, onde conquistar. Inteligência para a agência que decide com método — não no feeling.
Toda agência sabe que a eleição se ganha no território. Mas, na hora de alocar verba, mídia e agenda, a decisão sai no feeling — no município que gritou mais alto, no prefeito amigo, no mapa que mora na cabeça de alguém.
O TSE e o IBGE publicam tudo: cada voto, cada seção, cada perfil. Só que vem cru — milhões de linhas, códigos que não conversam, zero priorização. Ninguém transforma isso em decisão a tempo da campanha.
O Radar lê o dado oficial e devolve uma única coisa: prioridade. Cada município classificado em uma de três posturas — com a recomendação traçando até a fonte que a originou.
Onde seu voto já é denso. Base a consolidar e mobilizar — para não queimar verba reconquistando terreno garantido.
Onde o bloco vai bem e seu candidato ficou abaixo. Gap medido em pontos — voto disputável, não terreno hostil.
Voto órfão e território sem dono claro. Sinal a investigar e ocupar antes que o adversário chegue.
Mapa colmeia e mapa real, ranking de prioridade, decomposição do score e plano de ação por frente — um dossiê navegável e exportável em PDF. Cada número traça de volta ao dado do TSE e do IBGE.
Ver dossiê de exemplo →A confiança não vem do modelo — vem do dado rastreável. Tudo no Radar parte de fonte oficial, com método aberto e limites declarados.
TSE (Dados Abertos) e IBGE (Censo 2022). Toda recomendação traça até a linha que a originou. Sem caixa-preta.
O método é o mesmo para qualquer campanha, de qualquer espectro. Vendemos o mapa, nunca o lado.
Apenas dado público e agregado. Nenhum dado pessoal de eleitor entra no Radar.
Priorização, não previsão. Dizemos onde o dado aponta oportunidade — jamais quantos votos você fará.
Uma demonstração com dado real do estado onde sua agência atua. Sem compromisso — e com o dossiê na sua frente.